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Operação 'Fatura Final': Gaeco desarticula organização que cobrava 'taxa de proteção' de comerciantes em Sinop

Sete mandados de prisão são cumpridos contra grupo que geria o "tribunal do crime" e extorquia empresários; ordens partiam de dentro da Penitenciária Central do Estado.

Da Redação
Operação 'Fatura Final': Gaeco desarticula organização que cobrava 'taxa de proteção' de comerciantes em Sinop (foto: assessoria)
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O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta terça-feira (24) a Operação Fatura Final em Sinop. O objetivo principal é desmantelar uma célula de uma facção criminosa especializada em extorsão, ameaças e na imposição de sentenças arbitrárias no município.



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Ao todo, estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão. Três desses mandados de busca ocorrem dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE), onde lideranças da organização, mesmo custodiadas, continuavam a coordenar crimes e dar ordens para os comparsas nas ruas de Sinop.



A "Caixinha do Comando"


As investigações revelaram um esquema rígido de coação contra o setor comercial da cidade. O grupo exigia pagamentos periódicos dos comerciantes em troca de uma suposta "proteção", prática apelidada pelos criminosos de "caixinha do comando". Quem se recusava a pagar era alvo de extorsões e agressões violentas.



Além das cobranças, a organização atuava como um "poder paralelo", realizando:



  • Tribunal do Crime: Imposição de "sentenças" e punições determinadas pelas lideranças;

  • Mediação de Conflitos: Arbitragem forçada de disputas privadas mediante graves ameaças;

  • Estrutura Hierárquica: Divisão clara entre gerentes, disciplinadores, executores e operadores financeiros.



Apreensões e Prisões


Durante as diligências em Sinop, os agentes apreenderam uma quantia considerável de dinheiro em espécie com um dos alvos, reforçando a tese de arrecadação ilícita do grupo. O Ministério Público informou que teve acesso a conteúdos que comprovam o uso sistemático de violência e coação contra as vítimas.



Os detidos e os materiais apreendidos serão encaminhados para os procedimentos legais, e a investigação segue para identificar outros empresários que possam ter sido vítimas do esquema. A operação marca um passo decisivo para devolver a tranquilidade ao ambiente de negócios em Sinop.






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