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Justiça de Sinop manda a Júri Popular motorista que causou morte de mulher em acidente na João Pedro

Réu dirigia caminhonete sob efeito de álcool e em alta velocidade quando atingiu duas motocicletas em 2018; crime foi classificado como hediondo pela magistrada.

Da Redação
Justiça de Sinop manda a Júri Popular motorista que causou morte de mulher em acidente na João Pedro Noticias Olhar Cidade
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A juíza Cristhiane Trombini Puia Baggio, da 4ª Vara Criminal de Sinop, decidiu que o motorista acusado de causar a morte de Adriana Martins da Silva, de 44 anos, será julgado por um Júri Popular. O crime ocorreu em julho de 2018, na Rua João Pedro Moreira de Carvalho, e chocou a cidade pela violência do impacto e pelo estado de embriaguez do condutor.



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De acordo com a denúncia do Ministério Público, o réu conduzia uma caminhonete L200 Triton em alta velocidade quando colidiu na traseira da Honda Biz de Adriana, que foi arremessada para uma vala de escoamento. Não satisfeito, o motorista continuou a fuga e atingiu uma segunda motocicleta, ocupada por duas pessoas, que sobreviveram ao impacto. A caminhonete só parou ao colidir contra um poste de energia.



Embriaguez e Tentativa de Fuga


Na data do acidente, o acusado tentou fugir do local, mas foi contido por populares e algemado pela Polícia Militar. Segundo os registros policiais, ele apresentava visível estado de embriaguez e se recusou a realizar o teste do bafômetro.



Na decisão de pronúncia, a magistrada destacou que a associação entre álcool e velocidade excessiva em via pública ampara o envio do caso ao Tribunal do Júri. "Havendo dúvida acerca da natureza do elemento subjetivo nesta fase processual, deve prevalecer o princípio do in dubio pro societate", fundamentou a juíza.



Crimes Hediondos


O réu responderá pelos seguintes crimes:



  • Homicídio Consumado: Referente à vítima Adriana Martins da Silva;

  • Homicídio Tentado: Em relação às outras duas vítimas que ocupavam a segunda moto;

  • Qualificadoras: Perigo comum e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas.



Por se enquadrar na Lei de Crimes Hediondos, as penas previstas são mais rigorosas. O acusado, que responde ao processo em liberdade, ainda não tem data definida para sentar no banco dos réus. Adriana chegou a receber massagem cardíaca por vários minutos pelas equipes de resgate, mas faleceu logo após dar entrada no hospital.






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