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Audiência pública em Sinop discute duplicação da BR-163 até a divisa com o Pará

Encontro convocado pelo deputado Diego Guimarães acontece nesta terça-feira (07/04) para debater novo contrato de concessão e segurança viária no Nortão

Da Redação
Audiência pública em Sinop discute duplicação da BR-163 até a divisa com o Pará Imagem Leandro Lima
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Uma disputa entre produtores rurais em Mato Grosso ganhou contornos de crime organizado e pode se tornar alvo de uma investigação minuciosa do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Uma notícia-crime formalizada junto ao Ministério Público Estadual denuncia um suposto esquema de apropriação indébita e desvio de um rebanho de elite da raça Mocho Guaporé, com prejuízo estimado em mais de R$ 4 milhões.



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O caso teve início em 2021, por meio de uma parceria pecuária baseada na confiança. Pelo acordo, o rebanho pertencente ao denunciante seria mantido em uma fazenda em Poconé (MT). A remuneração do parceiro seria feita por meio das bezerras fêmeas nascidas, enquanto os machos deveriam ser integralmente devolvidos ao proprietário original.



Indícios de irregularidades e quebra de confiança


Segundo a denúncia, o descumprimento do contrato começou logo no primeiro acerto de contas. Apesar de o rebanho contar com cerca de 899 animais e altas taxas de prenhez, apenas 60 bezerros foram entregues — número considerado incompatível com a capacidade produtiva das matrizes.



O relato aponta que a situação se agravou entre 2021 e 2026. O denunciante afirma que o parceiro teria se aproveitado de seu fragilizado estado de saúde — o produtor enfrentou complicações graves da Covid-19 e um diagnóstico de câncer no período — para intensificar as irregularidades e deixar de repassar a grande maioria dos animais nascidos.



Desaparecimento de rebanho e falta de provas sanitárias


Um dos pontos mais críticos da petição é o suposto desaparecimento de 434 vacas e 35 touros reprodutores da raça Mocho Guaporé. O parceiro alegou que os animais teriam morrido, mas, de acordo com a denúncia, não apresentou registros sanitários, laudos veterinários ou comunicações oficiais aos órgãos de defesa agropecuária que comprovassem as mortes.



O proprietário tentou realizar exames de DNA para comprovar a origem dos animais, mas foi impedido pela ausência dos reprodutores, que supostamente teriam morrido sob posse do parceiro.



Providências Judiciais


Diante dos indícios de apropriação indébita qualificada, fraude patrimonial e enriquecimento ilícito, o denunciante solicitou ao Ministério Público:



  • Abertura de procedimento investigatório criminal;

  • Bloqueio de bens do suspeito;

  • Rastreamento de movimentações do rebanho junto aos órgãos competentes;

  • Realização de perícias técnicas e oitiva de testemunhas.



O caso aguarda análise das autoridades e promete ser uma das investigações mais relevantes do setor pecuário em Mato Grosso, devido ao alto valor genético dos animais envolvidos e à suspeita de uma estrutura organizada para o desvio dos bens.






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