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Mato Grosso entra em risco máximo para SRAG e acende alerta para aumento de casos respiratórios

Boletim da Fiocruz aponta chegada antecipada da Influenza e alta circulação de vírus como o VSR; especialistas reforçam importância do diagnóstico precoce

Da Redação
Mato Grosso entra em risco máximo para SRAG e acende alerta para aumento de casos respiratórios Imagem Reprodução
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O estado de Mato Grosso foi classificado em nível de risco máximo para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme o boletim mais recente divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O cenário acende um alerta vermelho para as autoridades de saúde e para a população, especialmente devido à circulação antecipada de vírus respiratórios no estado.



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De acordo com o levantamento, há uma chegada prematura da Influenza (gripe), somada à presença significativa de outros agentes, como o rinovírus e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) — este último com impacto severo entre o público infantil.



Aumento de casos na prática local


O bioquímico Juliano Bocchio, responsável técnico do Exame Laboratório, afirma que os dados técnicos já se refletem na rotina de atendimentos. “Nas últimas semanas, tivemos um aumento consistente na procura por exames relacionados a síndromes respiratórias. Isso mostra que esses vírus já estão em circulação ativa na nossa região, antes mesmo do período considerado mais crítico”, explica.



Segundo o especialista, a soma da Influenza com o VSR gera uma sobrecarga nos sistemas de saúde e aumenta o risco de evolução para quadros graves.



O papel do diagnóstico e atenção às crianças


Juliano reforça que identificar precocemente qual vírus está causando o quadro é essencial para o tratamento correto. Como muitos sintomas são semelhantes, o exame laboratorial torna-se a peça-chave para evitar a automedicação ou tratamentos inadequados.



A preocupação é redobrada com as crianças, principais vítimas do VSR. Os pais devem ficar atentos a sinais como:



  • Febre alta e tosse persistente;

  • Dificuldade respiratória ou falta de ar;

  • Chiado no peito e cansaço excessivo.



Prevenção e responsabilidade


Diante do risco elevado, a recomendação é clara: manter a vacinação contra a Influenza em dia, reforçar a higienização das mãos e evitar contato com pessoas que apresentem sintomas. “Quanto mais cedo identificarmos os casos e adotarmos medidas preventivas, menores são as chances de sobrecarga no sistema de saúde”, pontua Bocchio.



O monitoramento continua, e a expectativa é de que a circulação viral aumente nas próximas semanas, exigindo vigilância constante de toda a sociedade.






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