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CPI da Águas de Sinop: Vereadores ainda não definiram comando de investigação sobre rede de esgoto

Comissão tem seis meses para apurar responsabilidades sobre rompimentos de redes e possíveis danos ambientais; escolha de presidente e relator segue sem data confirmada.

Da Redação
CPI da Águas de Sinop: Vereadores ainda não definiram comando de investigação sobre rede de esgoto (foto: arquivo/assessoria)
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Apesar de a composição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigará a concessionária Águas de Sinop/Aegea ter sido definida há mais de uma semana, os trabalhos ainda aguardam uma definição interna. Até a manhã desta sexta-feira (20), os vereadores membros não haviam escolhido quem ocupará os cargos estratégicos de presidente e relator da comissão.



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A definição é o passo fundamental para o início do cronograma de trabalho, que inclui a convocação de diretores da concessionária, requerimentos de documentos técnicos e oitivas com moradores prejudicados. Fazem parte do grupo os parlamentares:



  • Marcos Vinícius (PSDB) - Requerente da CPI;

  • Rodrigo Gargantini (Novo);

  • Elbio Volkeis (Podemos);

  • Dilmair Callegaro (PL);

  • Gilsimar Silva (MDB);

  • Zezinho Construtor (Solidariedade);

  • Sandra Donato (Republicanos).



O que será investigado?


A CPI terá um prazo inicial de seis meses (prorrogáveis por mais três) para apurar as causas do rompimento da rede de esgotamento sanitário que danificou diversas ruas e avenidas da cidade. Além da responsabilidade técnica da Aegea, a investigação mira outros pontos críticos:




  • Fiscalização da Prefeitura: Se houve falha no acompanhamento do contrato e danos aos cofres públicos;

  • Crime Ambiental: Possível lançamento inadequado de esgoto em galerias pluviais e rios;

  • Contrato de Concessão: Supostas irregularidades na manutenção do contrato envolvendo agentes públicos.



Próximos Passos


Ao final do processo, a comissão produzirá um relatório conclusivo. Embora a CPI não tenha poder de condenação direta, o documento final será encaminhado ao Ministério Público para que as medidas judiciais cabíveis sejam tomadas, caso fiquem comprovadas as irregularidades.






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