Regional de Sinop: Prefeitos assinam plano para Consórcio Vale do Teles Pires assumir gestão
Documento estabelece metas de eficiência e ampliação de serviços no Hospital Jorge Abreu; transição deve começar no próximo mês.
Redação Olhar Cidade
Um passo decisivo para a mudança na gestão do Hospital Regional Jorge Abreu, em Sinop, foi dado nesta quinta-feira (26). Os prefeitos que integram o Consórcio Público de Saúde Vale do Teles Pires assinaram o plano de trabalho que detalha como a entidade passará a administrar a unidade, hoje sob gestão direta do Estado.
O documento segue agora para análise da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). A expectativa dos gestores municipais é que o contrato seja assinado já em março, dando início a um período de transição que deve durar entre 90 e 120 dias.
"Fazer mais com menos"
O objetivo central da mudança, pactuada ainda no ano passado com o governador Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta, é imprimir agilidade e eficiência no atendimento a pacientes de 37 municípios da região Norte.
O presidente do Consórcio e prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, destacou a responsabilidade da nova missão:
“É um ato importante que traz para nós a responsabilidade de melhorar a eficiência dos serviços ofertados pelo hospital, que é o que os prefeitos e a população esperam do Regional”, pontuou.
Já o vice-presidente do consórcio e prefeito de Santa Carmem, Pablo Bortolas, reforçou que a meta é otimizar os recursos públicos. “O nosso compromisso é fazer mais com menos, manter o mesmo orçamento, mas ampliar a quantidade de serviços, mudando a forma de gestão”, afirmou.
Próximos Passos
Após o aval jurídico da PGE e a assinatura do contrato, o consórcio iniciará as etapas burocráticas e operacionais:
Período de Transição: De 90 a 120 dias para adaptação das equipes.
Licitações: Lançamento de pregões para compra de insumos e contratações de serviços.
Gestão Plena: Em no máximo quatro meses, o Consórcio assume definitivamente o comando do hospital, que atende casos de média e alta complexidade.
A mudança na gestão é vista como uma solução para gargalos históricos no atendimento regional, permitindo que as decisões administrativas ocorram mais próximas da realidade dos municípios que utilizam a estrutura.










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