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Israel volta a bombardear Gaza

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Israel volta a bombardear Gaza
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Israel voltou a bombardear a Faixa de Gaza nesta quarta-feira (4), em ataques que mataram pelo menos 21 pessoas, entre elas quatro crianças, segundo o governo local, controlado pelo Hamas. As ofensivas atingiram a cidade de Gaza, no norte do território, e Khan Younis, no sul.



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O Exército israelense afirmou que os disparos de tanques e os ataques aéreos ocorreram após um atirador ferir gravemente um soldado israelense.



Em meio à escalada da violência, a passagem de Rafah, que liga Gaza ao Egito, teve a travessia de pacientes interrompida, apenas dois dias depois de ser reaberta de forma limitada, em meio ao frágil cessar-fogo em vigor.



Frio em Cuba



Cuba registrou a menor temperatura de sua história: zero grau Celsius.



O recorde foi marcado na província de Matanzas, provocado por uma massa de ar polar vinda da América do Norte.



O frio intenso causou geadas em plantações e agravou ainda mais a crise enfrentada pela ilha, que sofre com apagões frequentes, escassez de combustível e queda acentuada no turismo.



O cenário se soma à pressão econômica imposta pelos Estados Unidos, que anunciaram novas sanções e tarifas contra países que fornecem petróleo a Cuba, aprofundando as dificuldades da população.



ICE em Minnesota



Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump anunciou a retirada de 700 agentes do Serviço de Imigração (ICE) do estado de Minnesota.



A decisão ocorre após a morte de dois civis durante operações da agência e uma onda de protestos em várias cidades. Cerca de dois mil agentes continuarão no estado.



Em resposta às críticas, o governo começou a distribuir câmeras corporais para os agentes do ICE, medida que deve ser ampliada para todo o país. As mortes seguem sendo investigadas pelo Departamento de Justiça.



Fed / Casa Branca



Ainda nos Estados Unidos, o diretor do Federal Reserve, Stephen Miran, renunciou ao cargo de conselheiro econômico da Casa Branca.



Segundo a agência Reuters, Miran deixou a função para cumprir compromisso assumido com o Senado ao ser indicado para a diretoria do banco central americano.



Alinhado à agenda econômica de Donald Trump, Miran vinha defendendo cortes mais agressivos nos juros. A movimentação ocorre em meio às tentativas do presidente de ampliar sua influência sobre o comando do Fed.



* Com informações da Agência Reuters

2:45

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