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Segurança: ALMT prorroga Câmara Setorial para monitorar reenchimento do reservatório da UHE Colíder

Após reparos em drenos da barragem, nível do lago subirá até 25 centímetros por dia; grupo técnico acompanhará impactos ambientais e econômicos.


Segurança: ALMT prorroga Câmara Setorial para monitorar reenchimento do reservatório da UHE Colíder
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Redação Olhar Cidade

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, nesta sexta-feira (27), a prorrogação dos trabalhos da Câmara Setorial Temática (CST) que acompanha os impactos da Usina Hidrelétrica de Colíder (UHE Colíder). Com a decisão, o grupo terá mais 180 dias para monitorar a retomada gradual do nível do reservatório no Rio Teles Pires.

O trabalho, liderado pelo deputado Diego Guimarães (Republicanos), entra em uma fase crucial após a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) autorizar o reenchimento do lago. A elevação prevista é de 20 a 25 centímetros por dia.

De "Alerta" para "Atenção": O que mudou?

O reservatório precisou passar por um rebaixamento controlado de aproximadamente 17 metros no ano passado, após a detecção de falhas estruturais. Segundo o deputado Diego Guimarães, o cenário inicial era preocupante:

  • 17 drenos estavam sob alerta;

  • 04 drenos apresentavam falhas graves, o que motivou o esvaziamento preventivo por segurança.

"Após quase 180 dias de acompanhamento, os apontamentos estruturais foram sanados e a barragem passou para estado de atenção. Mesmo com a autorização para o reenchimento, o monitoramento continua para garantir a segurança da população e do meio ambiente", explicou o parlamentar.

Impacto nos Municípios e Economia

O reservatório da UHE Colíder é vital para a região e banha diretamente quatro municípios: Colíder, Itaúba, Nova Canaã do Norte e Cláudia.

Com a nova fase de 180 dias, a Câmara Setorial focará em dois eixos principais:

  1. Monitoramento Ambiental: Avaliar como a fauna e flora local reagem à recomposição do nível da água.

  2. Reparação Econômica: Discutir os danos sofridos por empreendedores turísticos e produtores da região que foram prejudicados pelo longo período de rebaixamento do lago.

Durante o funcionamento da CST, foram realizadas oitivas com concessionárias e órgãos ambientais para garantir que a estrutura da barragem não ofereça riscos. Agora, o grupo continuará solicitando relatórios técnicos mensais para assegurar que o reenchimento ocorra dentro dos padrões de segurança.

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