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Defesa agropecuária: fiscais garantem certificação sanitária 24 horas por dia em MT

Plantões em finais de semana e feriados asseguram a fiscalização de eventos, o trânsito regular de animais e a proteção dos rebanhos em todo o estado


Defesa agropecuária: fiscais garantem certificação sanitária 24 horas por dia em MT
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Enquanto boa parte da população aproveita os finais de semana e feriados para descansar, os fiscais estaduais de defesa agropecuária e florestal seguem em campo cumprindo uma missão essencial para a economia de Mato Grosso. Através de um regime de plantão ininterrupto, o serviço de certificação sanitária funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, garantindo que eventos agropecuários, cavalgadas e competições ocorram estritamente dentro das normas sanitárias vigentes.



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A atuação permanente desses profissionais visa proteger os rebanhos locais, promover o bem-estar animal e oferecer segurança jurídica e sanitária aos produtores rurais. A Associação dos Fiscais Estaduais de Defesa Agropecuária e Florestal de Mato Grosso (Sinfa-MT), entidade que representa a categoria, destaca que essa dedicação contínua é o que sustenta a credibilidade do estado nos mercados nacional e internacional.



Fiscalização prática e planejamento em campo


Um exemplo recente desse monitoramento ocorreu no último fim de semana de junho, nos dias 27 e 28, com mobilizações em diferentes regiões do estado. Os fiscais atuaram na 22ª Cavalgada Pantaneira "Os Melgacenses", em Barão de Melgaço, além de acompanharem eventos agropecuários nos municípios de Jaciara, Dom Aquino e Novo Santo Antônio.



O trabalho técnico do setor começa muito antes da chegada dos animais aos recintos. De acordo com as diretrizes do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), as atividades englobam:




  • Análise documental rigorosa e conferência da Guia de Trânsito Animal (GTA).

  • Verificação de exames obrigatórios, como os de Anemia Infecciosa Equina (AIE) e Mormo.

  • Vistoria técnica dos recintos e avaliação detalhada das condições de bem-estar dos animais, como disponibilidade de água, sombreamento e estruturas adequadas para embarque e desembarque.

  • Ações de educação sanitária e orientação direta aos organizadores de eventos e produtores rurais da região.



A médica-veterinária Kátia Schmidt, que atuou na fiscalização em Barão de Melgaço, reforça que o papel do fiscal vai além da punição. O objetivo principal é garantir que as tradições culturais e os negócios do campo continuem acontecendo, mas com total responsabilidade e segurança sanitária, servindo como uma barreira de proteção contra a disseminação de enfermidades que possam colocar em risco todo o status sanitário mato-grossense.







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