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InfoGripe: internações por SRAG aumentam em crianças menores de 2 anos

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InfoGripe: internações por SRAG aumentam em crianças menores de 2 anos
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Dados do Boletim InfoGripe, da Fiocruz, mostram aumento das internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em crianças menores de 2 anos em quatro regiões do país: Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. O principal fator, de acordo com as informações divulgadas nesta quinta-feira (16), é a circulação do VSR, o vírus sincicial respiratório, um dos principais causadores de bronquiolite e de hospitalizações nessa faixa etária, como explica a pesquisadora do Boletim InfoGripe Tatiana Portella:




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“Esse aumento dos casos de SRAG nessa faixa etária tem sido impulsionado pelo aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório, que é uma das principais causas de bronquiolite nas crianças pequenas. Além disso, a gente também continua observando um aumento das hospitalizações pelo vírus da influenza A em diversos estados do país.”




O boletim aponta níveis de alerta ou risco em 14 estados e em diversas capitais. Mesmo assim, no cenário geral, os casos da síndrome respiratória aguda grave se mantêm estáveis, e as ocorrências graves por covid-19 seguem em queda.



Influenza A



Outro destaque é o avanço da influenza A em várias regiões. A pesquisadora Tatiana Portella recomenda principalmente a imunização de gestantes para proteger bebês nos primeiros meses de vida, além da atualização da vacina contra a gripe para os grupos prioritários:




“A gente pede para que as pessoas dos grupos prioritários tomem a vacina contra o vírus da influenza. A vacina contra o vírus da influenza é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos pelo vírus. Também a gente recomenda para que as gestantes, a partir da 28ª semana, também tomem a vacina contra o vírus sincicial respiratório, para garantir a proteção de seus bebês, pelo menos, nos primeiros seis meses de vida.”




O quadro reforça o impacto das doenças respiratórias, sobretudo entre crianças pequenas, enquanto os óbitos seguem mais concentrados na população idosa. Por isso, a importância da imunização, principalmente para quem está no grupo de risco.


2:30

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