Pivetta anuncia estudo sobre gestão de cidades que receberão Ferrogrão

“Atualmente, mais de 70% da safra mato-grossense é escoada pelos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), a mais de dois mil quilômetros da origem”, disse ele por meio de suas redes sociais.

Foto: Divulgação

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (PDT), anunciou nesta segunda-feira (11) que o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, firmou uma parceria com a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) para diagnosticar a forma ideal de gerir municípios próximos à BR-163/MT/PA, região de implantação da Ferrogrão.

A obra garante o escoamento da safra de grãos que sai do centro do país, sobretudo de Mato Grosso, até os portos do Pará, com destaque para Miritituba, de onde são transportados para os principais centros consumidores em todo o mundo.

Segundo Pivetta, a área abrange os municípios de Aveiro, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Rurópolis e Trairão, todos no Pará. Projeto do Minfra, a Ferrogrão terá 933 km de extensão, ligando o município de Sinop (MT) ao porto de Miritituba (PA).

“Atualmente, mais de 70% da safra mato-grossense é escoada pelos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), a mais de dois mil quilômetros da origem”, disse ele por meio de suas redes sociais.

O tema para construção da ferrovia foi apresentado em 2012 pelas empresas ADM, Amaggi, Bunge, Cargill e Louis Dreyfus, com apoio da EDLP (Estação da Luz Participações). A proposta foi qualificada em 2016 Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do Governo Federal e segue em debate para que haja a concessão da rodovia.

Fonte: pnbnline

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